sábado, 27 de julho de 2013

Abin apura conduta de servidor preso durante manifestação no Rio A mulher dele também foi detida por ter participado da depredação em 18 de julho. Em nota oficial, a agência informou que não determinou a infiltração de profissionais na manifestação ocorrida no Leblon

João Valadares
 
Publicação: 26/07/2013 07:54 Atualização: 26/07/2013 08:11
A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) investigará a conduta do servidor Igor Pouchain Matela, preso na madrugada de 18 de julho, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, durante manifestação violenta pelas ruas do bairro contra o governador Sérgio Cabral (PMDB). A mulher dele, a geógrafa Carla Hirt, também foi detida por ter participado da depredação e liberada em seguida. Em nota oficial, divulgada ontem à tarde, a Abin informou que não determinou a infiltração de agentes na manifestação ocorrida no Leblon.

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O órgão, vinculado diretamente ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, atesta que Igor estava de férias no dia da prisão. A agência alega que “não foi informada da ocorrência pela autoridade policial competente, tomando conhecimento somente pela imprensa”. Após serem presos nas proximidades do prédio onde mora Sérgio Cabral, o casal foi encaminhado para a 14ª Delegacia de Polícia, no Leblon. Os dois teriam dito que eram agentes da Abin. Na nota oficial, o órgão de inteligência assegura que apenas Igor faz parte do quadro de servidores. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, Carla acabou presa por ter jogado pedras em vidraça de uma loja e Igor por desacato a policiais militares.

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