07/08/2013 11h09 - Atualizado em 07/08/2013 11h09
Oitenta celulares entraram no Presídio de Segurança Máxima II em 1 ano.
Sérgio Alves diz que bloqueadores do sinal não são eficientes.
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A operação tem o objetivo de desarticular esse grupo criminoso e colher provas relativas à atuação dos envolvidos. Os crimes investigados são: corrupção, formação de quadrilha, tráfico e associação para o tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e munições, além de outros delitos que poderão ser identificados durante as investigações. Entre os 20 mandados de busca e apreensão previstos, 19 foram cumpridos. Os trabalhos ocorreram em 20 pontos simultâneos na Grande Vitória, onde atuaram 20 homens da Diretoria de Inteligência Prisional da Sejus e 90 policiais militares.
Operações de rotina também são realizadas em outros presídios do estado, mas segundo a secretaria, a Penitenciária de Viana era o local onde havia mais notificações de presos com drogas e celulares. “Nas outras prisões esses casos não têm se repetido”, afirmou o secretário.
Sobre o bloqueador de sinais de celular dentro do presídio, Pereira ainda disse que não é eficaz e que uma operadora de telefone tem sinal forte no local. “A tecnologia no Brasil não é tão eficiente e está sempre atrás da tecnologia das operadoras de telefonia, que investem maciçamente em nova antenas e potência do sinal. No início, esse equipamento funcionou muito bem, mas depois foi perdendo a força. O sinal de apenas uma operadora é muito forte, mas já estamos providenciando equipamentos mais eficientes para contê-lo”, disse.
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