Segundo o NEPAS, falta de incentivo é um dos motivos para o fechamento.
Em 2013, o núcleo já recebeu 318 animais, 24% a mais do que em 2012.
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Animais tratados no NEPAS (Foto: NEPAS/UENF)Funcionando desde 2006 e recebendo animais desde 2009, o Núcleo de Estudos e Pesquisa em Animais Selvagens (NEPAS) funciona em uma sala na Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), e só no ano de 2013 já recebeu 318 animais, 24% a mais do que em todo ano de 2012.

De acordo com o veterinário, sempre foi uma meta tentar sanar o problema de falta de estrutura. Os animais que não conseguiam se recuperar e ganhar o habitat natural eram encaminhados para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (CETAS), localizado na baixada fluminense, na cidade de Seropédica.
"Nos últimos meses, o centro de Seropédica começou a não aceitar os nossos animais, porque as apreensões feitas na região também aumentaram. Todos os animais capturados no estado do Rio de Janeiro deveriam ser encaminhados para lá, mas a superlotação não nos dá saída", comentou Henrique.
Trabalho realizado no NEPAS (Foto: NEPAS/UENF)"O trabalho que a gente realiza passa por três fases. Na primeira, a gente fiscaliza, faz o resgate e a apreensão. Na segunda, os animais são encaminhados para o NEPAS, onde são avaliados. A terceira etapa passa pela soltura e depois pelo encaminhamento do animal. Estamos perdendo a segunda etapa e esse trabalho é feito em conjunto, não podemos fazer ações isoladas", disse Tatagiba.
A expectativa do subcomandante é de ter o apoio de veterinários do Centro de Controle de Zoonozes (CCZ) e de um futuro convênio com um órgão público, para dar continuidade ao trabalho.
Procedimento e soltura de tamanduá (Foto: NEPAS/UENF)
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